Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.

John Ruskin, intelectual inglês do século XIX


Pensamos que o Diário Gráfico melhora a nossa observação, faz-nos desenhar mais e o compromisso de colaborar num blogue ainda mais acentua esse facto. A única condição para colaborar neste blogue é usar como suporte um caderno, bloco ou objecto semelhante: o Diário Gráfico.

terça-feira, 22 de agosto de 2017

READING IPAD

Praia de Agadir, Marrocos.

Imaginary Day Group

Em Casto Verde preparava-me para um serão de jazz mas apareceu uma Banda, o Imaginary Day Group, que não se poupa em decibels.

Posk no Cais da Afurada

Um belo dia com cheiro a maresia :)




Exercícios de desenhos de 5 minutos.


Ainda pelas ruas de Castelo Branco

O local não era dos mais fascinantes, mas o sítio tinha um banco de jardim à sombra... e em plena hora de calor em Castelo Branco a sombra é uma questão de sobrevivência.


Verde água

Verde água (seja lá isso o que for) é a nova cor preferida.

Biblioteca de Marvila



A Biblioteca de Marvila foi inaugurada em Novembro de 2016 e foi concluída segundo um projecto que previa a construção de um edifício de raiz e que também preservasse a antiga Quinta das Fontes. Foi a pensar nesse contraste de estilos e na implantação do projecto nos espaços circundantes que os desenhos foram feitos.



CHAPÉUS

Durante 18 dias andei com o caderno de desenhos a apanhar pessoas de chapéu. Umas são conhecidas outras não mas todas têm a legenda para sabermos o que estão a fazer. Posso concluir que não há muita originalidade nos chapéus de verão. Pena não ter apanhado um casamento ou um carnaval.
Leonor Janeiro

A Igreja das Olaias e o Convento de Santos-o-Novo

Tal como o Filipe Almeida e o Filipe Pinto (pelo menos os que publicaram aqui no blog) já comecei a desenhar alguns dos pontos principais para o livro de percursos de Lisboa Oriental que está a ser organizado.

Comecei pela igreja das Olaias (que fiz de dois pontos de vista) e pelo Convento de Santos-o-Novo (é curioso ver as diferentes abordagens, a minha, e dos Filipes. Tentei fazer um segundo desenho junto à porta de entrada mas sem êxito por falta de tempo).

Atenção à lista dos locais importantes onde foram acrescentados mais 3 pontos.




A bela Sicília e a "praga" dos Chapéus


Também na Sicília se sentem os efeitos da época alta nas praias, com a invasão dos chapéus de sol  sem deixar espaço para respirar.

Acabada de chegar de férias e aproveitando o desafio dos Chapéus, acrescentei umas pinceladas a este meu sketch da viagem que fiz a esta ilha cheia de riqueza histórica, arquitectónica e paisagística...e toca a publicar!

Estação de Santa Apolónia


Primeiro sentei-me lá dentro, num banco de pedra encostado à parede. Estava um pouco receoso porque há alguns anos estava a tirar fotografias dentro da estação quando fui interpelado por um segurança, que me disse que só podia fotografar ou desenhar com autorização. Por isso estava sempre a levantar a cabeça à procura de seguranças à vista que pudessem estar a olhar para mim.

Depois fui para o exterior, onde desenhei sossegado na sombra do túnel do Lux, sem seguranças à vista.


Centro Cultural de Cascais e Casa das Histórias


Já andava há muito tempo a pensar que queria ir a Cascais deformar o Centro Cultural e a Casa das Histórias. Então, depois ter tido uma experiência diferente de urban sketching com guache, quando a Maru Godas esteve em Portugal, tive que ir a correr experimentar mais... Não é muito portátil... Isso é uma pena, porque gosto muito desta ideia de pintar em folhas coloridas e usar as cores opacas por cima umas das outras... E também de me sentir muito mais feliz do que quando tive que usar guaches nos tempos da escolinha.

Mais ALI



segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Concerto no museu de Santa Joana

Andava à algum tempo com vontade de experimentar canetas de pincel a cores para fazer os desenhos de concertos, esta foi a primeira experiência! O concerto foi no Museu de Aveiro, com Samuel Marques no clarinete e Dana Radu no Piano.

Parque Biologico de Gaia

Um dia a desenhar num encontro de improviso dos PoSk num dia de muito calor no Parque Biológico de Gaia


Praia da Ursa

Sempre que posso dou por lá um salto.
Não é só a praia. Todo o passeio é lindo.

Desenhando por Castelo Branco

Primeiro um sketch rápido numa esplanada na rua da Escola Superior de Educação. Mais tarde uma localização que prometia no anfiteatro do Museu Cargaleiro, mas não pensei bem na composição e portanto não consegui incluir o que queria. Ficou assim meio inacabado, sobreposto com outras "tralhas" que entretanto rabisquei.




Gulbenkian


Tronco de carvalho-alvarinho no meio do bambu

Já vi que há encontro agendado para 16 de Setembro na Gulbenkian e eu quero ir! Verdura é comigo. Até lá. :)

Gabriel



Obras em casa




Estou com obras em casa. Os quartos servem de depósito.
Resolvi fazer um sketch directamente com aguarela do pequeno móvel que está a dormir no meu quarto até que o seu poiso habitual esteja pronto - a despensa. As caixas de folha que estão por cima nada têm a ver com o móvel, há que fazer caber o máximo nos espaços disponíveis. São caixas que vivem no meu escritório e que eram dos meus avós paternos.

Salamanca, la Ciudad Dorada

 Sentado à sombra da Catedral, numa espera  pelo "tren" turístico. 
Pensei que não teria tempo para terminar o desenho...mas arrisquei começá-lo. 
O comboio lá chegou para contentamento dos meninos. 
Eu lá concluí o meu desenho, perante um olhar algo curioso dos convidados de um casamento, que, vestidos para a cerimónia, arfavam  a meu lado; defendiam-se da investida do sol, impiedoso a esta hora, mas que há-de beijar a cidade, ao fim da tarde, de uma maneira que nos permita entender o epíteto de Cidade Dourada.
E um registo que arrisquei já de noite, numa esplanada em Cidade Rodrigo, já embalado pelo tinto de verano, que é uma espécie lá deles.

NA TAPADA DA AJUDA_OUTRAS ÁRVORES_II

21ago17
Conforme já publicado em 13AGO17,neste blogue, comecei um projeto relacionado com imagens de vegetais  da Tapada de Ajuda,

Hoje prossigo com novos registos de variedades de mais espécies de árvores  (de portealto) do mesmo local florestal. São espécies importados de outros países que vale a pena ver, apreciar, por várias razões entre as quais o porte, a beleza e demais características. Em cada imagem Indico a proveniência das plantas.

Fig 1. Da ÁFRICA DO SUL

Fig 2. Da REGIÃO MEDITERRÂNICA


Fig.3  Da CHINA; TAIWAN e JAPÃO

                                                      Fig 4. Do MÉXICO; CHILE, BRASIL
Fig 5, Do SUL DA EUROPA, NORTE DE ÁFRICA